Logística - Portocel

Portocel

Logística

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Terminal de navios

  • Três berços
  • Cais acostável: 700 m de cais corrido
  • Comprimento máximo de navios: 230 m
  • Porte bruto máximo das embarcações: 70.000 toneladas métricas
  • Boca máxima: 35 m
  • Calado máximo: 11,80 m de calado mais utilização de maré
  • Número mínimo de rebocadores para manobras: 1
  • Capacidade de armazenagem: 223.552 toneladas
  • Quatro armazéns:
    • Armazém 1: 13.500 m2 – 51.485 T
    • Armazém 2: 12.096 m2 – 45.153 T
    • Armazém 3: 14.352 m2 – 55.072 T
    • Armazém 6: 16.848 m2 – 71.842 T
  • Capacidade anual de embarque: 7.500.000 toneladas

Para conhecer mais detalhes técnicos e informações a respeito de outras características operacionais do terminal – fundeadouros, canal de acesso, bacia de evolução, berços etc. –, clique aqui e consulte a NORMAP II da Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa), Resolução 052.

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Terminal de barcaças

  • Três berços de atracação (dois berços para movimentação de celulose e um berço para movimentação de madeira)
  • Dois guindastes elétricos de terra para a descarga de madeira
  • Dolphins para manobras
  • 6m de profundidade
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Equipamentos

O terminal não possui equipamento de terra para içamento de cargas. Essa operação é realizada com o emprego dos equipamentos de bordo dos navios.

O manuseio dos fardos de celulose nos armazéns é feito por empilhadeiras providas de clamps, tanto no descarregamento de caminhões ou vagões como no empilhamento e posterior transferência da carga para o costado do navio.

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Multimodalidade

  • Tubovia: conexão direta com a empresa Evonik, que fabrica matérias-primas em Aracruz.
  • Rodoviário: conexão direta com as principais rodovias que ligam Portocel aos estados de Minas Gerais, pela BR 262, e com Rio de Janeiro, São Paulo e Bahia, pela BR 101. O fluxo atual diário do modal rodoviário é de 12.000 toneladas de celulose.
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Modernização do terminal marítimo de madeira

Em 2017 foram concluídas as obras de modernização do terminal marítimo de madeira, com a substituição das máquinas carregadeiras movidas a diesel por dois guindastes elétricos. A energia, 100% renovável, é gerada na unidade industrial da Suzano, em Aracruz, a partir da queima de biomassa, com ganhos significativos em sustentabilidade e segurança e redução do tempo de descarregamento das barcaças e das emissões de gases do efeito estufa.

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Navegação e Manobra

Amplitude de maré

Variação de -0,15 m a 1,60 m.

 

Calado

O calado médio no terminal é de 12,80 m, já considerando uma maré média de 1 m.

 

Canal de acesso

O acesso ao terminal Portocel é realizado através do canal de acesso ao Porto de Barra do Riacho, a partir do alinhamento luminoso rumo 245o de entrada, entre as boias nº 01 e nº 02 até a área de manobra, inclusive, totalizando uma extensão de aproximadamente 1.010 m, com 158 m de largura.

 

Bacia de evolução

Localiza-se no interior dos molhes de proteção, com 460 m de diâmetro e 13 m de profundidade de projeto. A praticagem é obrigatória e é executada por intermédio do Sindicato dos Práticos do Estado do Espírito Santo, em conformidade com os conceitos e instruções definidas nas Normas da Autoridade Marítima (NORMAM) e Normas e Procedimentos da Capitania dos Portos do Espírito Santo (NPCP-ES).

 

Sinalização e balizamento

O conjunto de sinalização e balizamento é composto de:

  • Seis boias no canal de acesso;
  • Três boias circundando a bacia de evolução;
  • Quatro boias delimitando a área navegável do TABR;
  • Uma boia delimitando o limite das áreas de navegação do canal de acesso aos berços de navios e barcaças;
  • Duas luzes de alinhamento ao eixo do canal de acesso (light-pipes anterior e posterior);
  • Dois faroletes nas extremidades noroeste e sueste do cais;
  • Dois faroletes  Barra do Riacho Norte e Sul (molhes);
  • Dois faroletes no berço de barcaças do transporte de madeira – a sudeste e a noroeste;
  • Dois faroletes no berço de barcaças do transporte de celulose – a sudeste e a noroeste;
  • Um farol de Barra do Riacho;

 

Fundeadouro recomendado

O fundeio é proibido na área junto ao molhe sul e próximo ao emissário submarino da fábrica da Suzano, conforme indicado no plano verso da Carta Náutica nº 1.420 da Diretoria de Hidrografia e Navegação do Ministério da Marinha.